Estive pensando nos últimos meses.
Conforme já contei para muitos aqui minha história de vida e tudo mais, tive muitas dificuldades para fazer amigos.
Depois fui observando e ainda não entendi. Os que mais me marcaram foram os nascidos no ano de 1994. Não sei se tenho grande identificação com eles ou se isso é apenas uma coincidência. Pois vivi grandes momentos aos lados de pessoas nascidas neste ano, tenho inclusive gostos semelhantes e interesses em comum, porém com outro objetivo de vida.
A medida que fui ficando mais velho e conhecendo certas pessoas, vi que também consigo me identificar bem com as pessoas de 1996 e 1997, que apesar de serem mais novos parecem me ver como um sábio, ou um amigo mais velho e conselheiro. De verdade só tenho a agradecer a todos, independente da idade que se aproximaram e transformaram meus momentos de vida. Eu parecia ser apenas focado em fazer alguma coisa, porém é notável como mudo na presença de outras pessoas. (Quem me conhece a mais tempo sabe bem do estou falando).
Engraçado como com as pessoas de 1991 (que eram a maioria das que convivia) eu tive certos maus momentos, mas que depois com a maturidade e a melhor compreensão, depois de ter me aberto para todos, realmente tive uma grande melhora de vida. Hoje em dia, me sinto mais tranquilo, situações e maus momentos estão vindo, mas não fico mais abalado por tanto tempo, rapidinho me reergo e continuo.
Estou mesmo trabalhando em minhas vocações e em breve com certeza passarei por grandes mudanças de rotina na minha vida, isso só o tempo dirá melhor como vai ser.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Reclamar, Reclamar e Reclamar, será que resolve?
Vejo que muitos apenas reclamam do lugar de onde nasceram ou de onde vivem, será que estão certos?
Penso que exageram muitas vezes.
Os protestos que tivemos recentemente demonstram que é preciso lutar para se ter um lugar digno para se viver, chamo isso de a forma correta de se reclamar.
Temos um problema. (Todos os lugares têm)
Mas pensem mais abertamente:
Adianta apenas apontar culpados e não focar em resolvê-lo?
De maneira nenhuma, devemos focar na resolução dos problemas sempre. Independente da onde vivemos ou do que fazemos.
Então qual o melhor lugar para se viver para qualquer pessoa?
A resposta seria:
O lugar onde você lutou, plantou e colheu diversos frutos, mas também pode ser o lugar onde passou a infância, onde têm mais amigos, dentre outros. Isso é bem relativo. Mas penso que no mundo em que vivemos hoje precisamos ter a mente mais aberta e não achar que tudo deve ser da forma que você quer que seja, nem sempre o seu pensamento é a certeza de todas coisas. Ou seja, a famosa filosofia de René Descartes nem sempre é válida.
Pense, exista, mas lute para que seja da forma como você quer e não queira impor isso sobre todos de forma direta. Não pense que é assim e ponto final. Nada se resolve dessa forma, o mundo não é do jeito que você quer, lute para melhorá-lo.
Essa música nos ajuda a refletir melhor, sobre como as pessoas nunca estão contentes com nada.
É como o próprio título diz: "Tudo é pouco, hoje em dia".
Penso que exageram muitas vezes.
Os protestos que tivemos recentemente demonstram que é preciso lutar para se ter um lugar digno para se viver, chamo isso de a forma correta de se reclamar.
Temos um problema. (Todos os lugares têm)
Mas pensem mais abertamente:
Adianta apenas apontar culpados e não focar em resolvê-lo?
De maneira nenhuma, devemos focar na resolução dos problemas sempre. Independente da onde vivemos ou do que fazemos.
Então qual o melhor lugar para se viver para qualquer pessoa?
A resposta seria:
O lugar onde você lutou, plantou e colheu diversos frutos, mas também pode ser o lugar onde passou a infância, onde têm mais amigos, dentre outros. Isso é bem relativo. Mas penso que no mundo em que vivemos hoje precisamos ter a mente mais aberta e não achar que tudo deve ser da forma que você quer que seja, nem sempre o seu pensamento é a certeza de todas coisas. Ou seja, a famosa filosofia de René Descartes nem sempre é válida.
Pense, exista, mas lute para que seja da forma como você quer e não queira impor isso sobre todos de forma direta. Não pense que é assim e ponto final. Nada se resolve dessa forma, o mundo não é do jeito que você quer, lute para melhorá-lo.
Essa música nos ajuda a refletir melhor, sobre como as pessoas nunca estão contentes com nada.
É como o próprio título diz: "Tudo é pouco, hoje em dia".
Marcadores:
Psicologia,
Sociologia
terça-feira, 9 de abril de 2013
Eu e as Ciências Humanas
Alguns se perguntam:
Por que você gosta e consegue aprender Ciências Humanas, apesar de ser da área de Exatas?
Pois bem, vou contar-lhes como me identifiquei com isso.
Como já contei por aqui, durante a minha adolescência passei por diversos traumas e dificuldades de relacionamento interpessoais.
Minhas maiores perguntas eram:
- Por que será que a sociedade me trata desse jeito?
- Por que não me aceitam como uma pessoa normal?
Era uma obsessão saber o porquê de tudo isso. Eu passava momentos fechado e sozinho pensando e questionando. Conforme eu presta atenção nos conceitos eu ia aprendendo.
Claro que só fui ter a resposta definitiva para isso no final de 2011, depois de ter descoberto uma possibilidade de estar no espectro autista, mais precisamente na Síndrome de Asperger. A partir daí tive a resposta definitiva para tudo o que busquei desde o fim da minha infância e durante toda a adolescência.
Com isso, aí está o objetivo. Compreender a nossa sociedade é um grande desafio, eu sofri para tentar entender. Consegui? Em partes. Sempre há mistérios a serem desvendados, culturas diferentes, dentre outros.
Por que você gosta e consegue aprender Ciências Humanas, apesar de ser da área de Exatas?
Pois bem, vou contar-lhes como me identifiquei com isso.
Como já contei por aqui, durante a minha adolescência passei por diversos traumas e dificuldades de relacionamento interpessoais.
Minhas maiores perguntas eram:
- Por que será que a sociedade me trata desse jeito?
- Por que não me aceitam como uma pessoa normal?
Era uma obsessão saber o porquê de tudo isso. Eu passava momentos fechado e sozinho pensando e questionando. Conforme eu presta atenção nos conceitos eu ia aprendendo.
Claro que só fui ter a resposta definitiva para isso no final de 2011, depois de ter descoberto uma possibilidade de estar no espectro autista, mais precisamente na Síndrome de Asperger. A partir daí tive a resposta definitiva para tudo o que busquei desde o fim da minha infância e durante toda a adolescência.
Com isso, aí está o objetivo. Compreender a nossa sociedade é um grande desafio, eu sofri para tentar entender. Consegui? Em partes. Sempre há mistérios a serem desvendados, culturas diferentes, dentre outros.
Assinar:
Postagens (Atom)
